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13 maio, 2009

Há sempre um livro... à nossa espera!

Porque ler não é apenas juntar letras para formar sílabas, que formam palavras, que formam frases.
Etimologicamente ler é apreender e interpretar sentidos...



Um livro que fala sobre o crescimento, o amadurecimento, o amor e a morte, combinando as mais belas formas de expressão. Uma excelente metáfora!

Esta obra dá-nos a visão da dualidade entre a vida e a morte, a noite e o dia, o ciclo de vida que envolve a constante regeneração da Natureza.

As ilustrações foram feitas por Joana Quental e Alberto Péssimo. Joana Quental pretende mostrar uma visão optimista da Vida que se manifesta no seu lado colorido, e, por outro lado, temos a visão pessimista de Alberto Péssimo. Porque as Trevas também fazem parte da Vida...

A magnitude do texto literário de Elvira Santiago emerge num discurso de refinada beleza, onde por detrás da extrema simplicidade das palavras, surge uma multiplicidade de significados, abrindo a Poesia nelas contida.
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O lado emocional é despertado pela temática do nascimento decorrente de uma morte e posterior desenvolvimento de uma flor branca, a personificação da pureza de sentimentos e atitudes.
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A Flor Branquinha é um ser que, para amadurecer, tem de contar com a ajuda dos amigos que vai conquistando com a sua beleza cândida, interior e exterior.
Os quatro elementos – Terra, Ar, Água e Fogo – são as pedras basilares que fomentam o seu crescimento...

29 abril, 2009

Dobras da Leitura


É navegando que encontramos novos rumos...


Convido-vos a explorar este site que achei extraordinário!


Tem um trabalho muito interessante sobre os contos em imagens, possível de trabalhar também em sala de aula.



01 abril, 2009

Uma delícia...


Alice entre as Gravuras

Era um dia extraordinariamente enfadonho. Estava a chover lá fora e, para espairecer, Alice pega num livro de histórias e mergulha lá dentro de cabeça para baixo.

Lá, encontra a Bela Adormecida, que enche uma página inteira do livro, a dormir no meio do bosque, numa cama de flores.

Vê, depois, o Capuchinho Vermelho, que, por engano, a quer comer…
Por fim encalha com o Gato das Botas, que imagina que a Alice é a governanta do Marquês de Carabás.
A verdade é que Alice não faz parte de nenhuma destas histórias…

Gianni Rodari é o autor de outras delícias como: Histórias ao telefone, Animais sem Jardim Zoológico..entre outros.
A ilustração é de Anna Laura Cantone
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Páscoa Feliz... e boas leituras!...
:)

17 fevereiro, 2009

O Brincador



Texto de Álvaro Magalhães

Ilustrações de José de Guimarães

ASA Editores,S.A.2005, 64 pp.

ISBN: 972-41-4448-8



O Brincador



Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.

Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.

Quero brincar de manhã à noite, seja com o que for.

Quando for grande, quero ser um brincador.

Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.

Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer.

Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador...

A minha mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida.

E depois acrescenta, a suspirar: "é assim a vida".

Custa tanto a acreditar.

Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.

A vida é assim? Não para mim.

Quando for grande, quero ser um brincador.

Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta.

Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta.

Na minha sepultura, vão escrever: Aqui jaz um brincador.


Assim é o texto homónimo de O Brincador, uma obra deliciosa que comemorou os 25 anos de vida literária de Álvaro Magalhães, um autor que recomendo vivamente!
O que podemos ler em “O Brincador” é um conjunto de poemas, onde as palavras saltam, vivas, delicadas…
Esta obra é uma recuperação de poemas já anteriormente publicados em Isto é Que Foi Ser! (1984), O Reino Perdido (1986) e O Limpa-Palavras e outros poemas (2000), onde o autor junta alguns inéditos, e que revelam a beleza da sua escrita.
O Brincador é uma obra única, uma antologia feita de «leves palavras voadoras», de «leves palavras lisas / e lavadas como seixos do rio», que estimulam o gosto pela leitura, pela poesia…
Uma obra para todas as idades…

13 fevereiro, 2009



Uma fábula... para ouvir e deliciar-se...

Aproveitem... Sei que há turmas a trabalhar as fábulas.

Esta está bem gira e com uma ilustração muito interessante.

:)

27 janeiro, 2009





Depois consultem a Biblioteca Digital... um click à esquerda nos Recursos Educativos que aí coloquei...


E já agora este também...